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| Porta aviões São Paulo |
Nota da Marinha afirma que fumaça preta já era esperada
É a Marinha Brasileira a responsável por fiscalizar as condições de uso, e habilitar condutores marítimos em todo o país, mas falta de estrutura e atenção do governo petista, mostra o descaso dos mandachuvas federais com nossas forças armadas e com a vida das pessoas.
Documento dos comandos do Exército, Marinha e Aeronáutica de 22 de novembro de 2011, obtido pela repórter Tânia Monteiro do jornal O Estado de São Paulo, sobre o estado dos equipamentos militares comprova que continua em curso o processo de sucateamento das Forças Armadas
O treinamento e preparo do pessoal acaba espelhando as condições precárias do equipamento e dos sistemas de armas e o resultado óbvio disso é a redução da capacidade de defesa do País, e também de vigilância de áreas sob responsabilidade das forças, como as praias e a orla marítima nacional.
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| Lancha cação em operação - Capitania dos Portos de SP |
O problema, segundo a reportagem, não se deve apenas à falta de recursos, em termos absolutos, excluídos os gastos com a dívida pública e a Previdência, o orçamento militar é menor, apenas, que o do Ministério da Saúde, mas a liberação desses recursos, dinheiro pra valer, no caixa dos comandos, não é regular e contínua, o que prejudica enormemente qualquer planejamento militar, que depende de continuidade.
Os contingenciamentos de verbas comprometem os planos de reaparelhamento das Forças Armadas, não sabemos quantas embarcações a capitania dos portos de SP possui em condições de operar, muito menos a quantidade exata e o local onde a tropa realiza suas funções, tudo é vago e relativo.
Os contingenciamentos de verbas comprometem os planos de reaparelhamento das Forças Armadas, não sabemos quantas embarcações a capitania dos portos de SP possui em condições de operar, muito menos a quantidade exata e o local onde a tropa realiza suas funções, tudo é vago e relativo.
A reportagem não deixa dúvidas que com o PT no governo a situação das Forças Armadas continua piorando, e com rapidez. Em março, nossa valorosa Marinha, que tem entre suas missões proteger a área do pré-sal, mantinha em operação apenas 2 de seus 23 jatos A-4, hoje, nenhuma dessas aeronaves tem condições de decolar do porta-aviões São Paulo. Das 100 embarcações militares, entre corvetas, fragatas e patrulhas, apenas 53 estão navegando. Dos 5 submarinos, só 2 estão operando.
Na Aeronáutica, dos 219 caças, apenas 72 (33%) estão em operação; dos 81 helicópteros, 22 (27%); dos 174 aviões de transporte, 67 (39%); dos 177 aviões de instrução e treinamento, 49 (28%). Se considerada a idade média da frota, a situação é ainda pior. Quase 90% dos aviões da FAB têm mais de 15 anos de uso, quando, para uma força operacional com um mínimo de eficiência, o recomendável é que no máximo metade das aeronaves tenha mais de 10 anos de uso. Quanto às baterias antiaéreas, as 9 existentes estão fora de uso.
No Exército, a situação não é melhor. Dos 1.610 veículos blindados, apenas 982 (61%) estão disponíveis; dos 78 helicópteros, 39 (50%)estão em operação; e, dos 563 obuseiros, estão disponíveis 449 (80%).
Esses números, e os últimos eventos envolvendo a vida das pessoas mostram a urgência da recuperação da capacidade operacional do setor militar, que, ao mesmo tempo, precisa ampliar o alcance de suas ações, e manter o controle e a capacidade de ação, vigilância e intervenção nas áreas sob sua responsabilidade.
Na Aeronáutica, dos 219 caças, apenas 72 (33%) estão em operação; dos 81 helicópteros, 22 (27%); dos 174 aviões de transporte, 67 (39%); dos 177 aviões de instrução e treinamento, 49 (28%). Se considerada a idade média da frota, a situação é ainda pior. Quase 90% dos aviões da FAB têm mais de 15 anos de uso, quando, para uma força operacional com um mínimo de eficiência, o recomendável é que no máximo metade das aeronaves tenha mais de 10 anos de uso. Quanto às baterias antiaéreas, as 9 existentes estão fora de uso.
No Exército, a situação não é melhor. Dos 1.610 veículos blindados, apenas 982 (61%) estão disponíveis; dos 78 helicópteros, 39 (50%)estão em operação; e, dos 563 obuseiros, estão disponíveis 449 (80%).
Esses números, e os últimos eventos envolvendo a vida das pessoas mostram a urgência da recuperação da capacidade operacional do setor militar, que, ao mesmo tempo, precisa ampliar o alcance de suas ações, e manter o controle e a capacidade de ação, vigilância e intervenção nas áreas sob sua responsabilidade.
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Júlio César de Abreu, 19 anos, que desapareceu ontem na Barragem Corredor, em Campo Maior, após sofrer um acidente de jet ski. Piauí |
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| Resgate do corpo de Mitchill Guilherme Pereira de Carvalho, de 9 anos, garoto que morreu após acidente com jet ski em um clube náutico de Ribeirão Pires |
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Grazielly, atropelada por um jet ski enquanto brincava na praia Guarujá - SP |




