Brasília - Estudo realizado com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que 14,1 milhão de famílias estão superendividadas no Brasil, ou seja, comprometeram mais de 30% do orçamento mensal com dívidas e tiveram que reduzir o ritmo de consumo ou ficar inadimplentes.
Segundo o deputado federal Marcus Pestana
(MG), o crescimento no Brasil ainda caminha a passos lentos e com limites já
visíveis. “O crescimento tem sido medíocre.
Ficamos, em 2011, em último lugar na América
do Sul e em antepenúltimo na América Latina, muito abaixo dos países
emergentes, como Índia e China. Esse índice modesto, embora seja alavancado
pelo consumo devido ao aumento de renda e de crédito, tem limites claros, os
quais começam a se manifestar na inadimplência”, disse.
Já o deputado federal Vaz de lima (SP)
acrescentou que conceder créditos sem planejamento para as pessoas de baixa
renda não significa ajudar. É preciso pensar nas consequências: “Num primeiro
momento que, por algum motivo, elas não puderem pagar, assim o farão. As
famílias precisam se alimentar e pagar suas dividas básicas. O governo não está
pensando nisso. Faz uma política de curto prazo, pensando no retorno das
próximas eleições.”
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