O Ministério da Educação pagou R$ 13,6 milhões para ensinar que dez menos sete é igual a quatro a alunos de escolas públicas da zona rural do país.
Entre junho e dezembro foram distribuídos 200 mil exemplares do Escola Ativa, material didático de referência para classes de diversas séries.
O pior é que o MEC contratou um grupo de especialistas, que chegaram a conclusão que os erros eram tão graves que uma errata não adiantaria.
Em seguida os livros com erros foram distribuídos a 39.732 classes multisseriadas da zona rural, presentes em 3.109 municípios e todos os Estados do país, essas classes atendem 1,3 milhão de alunos.
Ministro diz que erros são razoáveis.
Seguindo a linha petista que se acostumou a perdoar todos os tipos de erros de seus colegas, o ministro Fernando Haddad disse, “O número de erros é razoável, isso não se resolve com errata”
Com o dinheiro gasto na publicação errada, o governo federal poderia construir 36 escolas de educação infantil.