Segundo o Ministério Público, 19 recém-nascidos morreram na unidade desde o inicio do ano.
Na última sexta-feira,
As investigações constataram deficiência dos serviços prestados em decorrência da falta de cuidado profissional dos médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem terceirizados, além da omissão do corpo clínico e da mesa diretora do hospital.
Além da interdição, a ação pede a contratação, em até 30 dias, de médicos ginecologistas, obstetras e pediatras, além de enfermeiros e auxiliares de enfermagem para suprir as necessidades de atendimento, sob pena de multa de 100 salários mínimos.