A presidente não só não tem intenção de tirar o PR do ministério dos Transportes, como topa negociar com o partido a escolha do futuro ministro e de substitutos para outros quatro dirigentes. Como informa o portal carta maior: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18024
Herança Maldita
Com uma fragilidade na base de apoio de seu governo no congresso, a presidente Dilma se submete e quer evitar se indispor com um partido inflado por Lula, e pelas alianças com o PT nos últimos anos, foi partido que mais cresceu, pulou de 23 para 41 deputados em 2010, e que hoje conta ainda com seis senadores.
Com a farra endossada pela chefe do executivo no Ministério dos Transportes, as políticas públicas para a área continuam uma piada, talvez em homenagem ao deputado Tiririca eleito pelo PR na chapa com o PT em 2010.
Estudo do IPEA demonstra que com exceção do ano de 2008, quando o governo reduziu a alíquota em resposta à crise econômica internacional, os valores arrecadados com o Cide-Combustíveis (Contribuição sobre a Intervenção do Domínio Econômico), que é uma espécie de imposto que o governo federal recolhe, foram crescentes. Em compensação, o valor investido em rodovias foi aquém do arrecadado.
Em 2005 apenas 14% da contribuição é direcionada para o setor.
Segundo o jornal Estado de São Paulo nos primeiros dois anos do PAC, o governo federal não conseguiu aplicar mais que 28% do orçamento destinado aos projetos da área.
O Estudo aponta que fatores como projetos executivos mal elaborados, falta de mão de obra para condução desses projetos, dificuldades para consecução de licenciamento ambiental, paralisações determinadas pelo TCU por supostas irregularidades de processo têm atrasado o cronograma executivo do PAC, que parece não ter chance de ser realizado a contento.
Confira nos endereços abaixo a íntegra do Estudo do IPEA
Mesmo sem aplicar onde devia Governo Petista se nega a reduzir a CIDE:
Doadores de campanha do PR tem contratos de 1 Bilhão com Ministério